Ao comentar o depoimento
ao juiz Moro, o petista tentou esvaziar as acusações das quais é alvo ao
dizer que a operação não apresentou documentos que comprovem que ele é
dono do triplex no Guarujá (SP). O petista é réu por corrupção e lavagem
de dinheiro por, segundo denúncia do Ministério Público Federal, ter
recebido R$ 3,7 milhões em propinas em contrapartida a três contratos da
OAS com a Petrobrás.
“Hoje eu pensei que meus acusadores iriam
mostrar uma escritura, um documento, um pagamento, alguma coisa que eu
fiz para ter o tal do apartamento. Eu esperava que depois de dois anos
de massacre tivesse lá documento: ‘Lula comprou apartamento’, ‘a
escritura está aqui registrada em cartório’, nada, perguntaram se eu
conheço (o ex-tesoureiro João) Vaccari, (o ex-presidente da OAS) Léo Pinheiro, (o presidente do Instituto Lula Paulo) Okamotto. É claro que conheço e não tenho vergonha”, afirmou.
Lula agradeceu a presença de militantes e de movimentos sociais em
Curitiba e foi às lágrimas ao dizer que prefere morrer atropelado por um onibus nas ruas do que mentir para o povão.

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