sábado, 12 de novembro de 2016

Pimentel com a pulga atrás da orelha.

       A Procuradoria Geral da Publica sustenta que a Odebrecht pagou propina em dinheiro vivo a um emissário do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), em ao menos sete ocasiões. Para receber os repasses, cada um de pelo menos 500.000 reais, o agente supostamente a serviço do petista precisava dizer uma senha ao portador do dinheiro da empreiteira. “Manteiga”, “manga” e “alface” entre outros alimentos hortifrutigranjeiros estavam entre os códigos secretos para destravar o suborno.
     As informações constam da nova denuncia oferecida pela PGR contra o governador, o herdeiro e ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odecrecht, e mais quatro pessoas por corrupção. O caso foi investigado na Operação Acrônimo. Conforme a peça, o empreiteiro, atualmente preso pela Lava Jato, teria oferecido 15 milhões de reais para que Pimentel facilitasse empréstimos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras na Argentina e em Moçambique.

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