A Procuradoria Geral da Publica sustenta que a Odebrecht pagou propina em dinheiro vivo a um emissário do governador de Minas
Gerais, Fernando Pimentel (PT), em ao menos sete ocasiões. Para receber
os repasses, cada um de pelo menos 500.000 reais, o agente supostamente a
serviço do petista precisava dizer uma senha ao portador do dinheiro da
empreiteira. “Manteiga”, “manga” e “alface” entre outros alimentos
hortifrutigranjeiros estavam entre os códigos secretos para destravar o
suborno.
As informações constam da nova denuncia oferecida pela PGR
contra o governador, o herdeiro e ex-presidente da Odebrecht, Marcelo
Odecrecht, e mais quatro pessoas por corrupção. O caso foi investigado
na Operação Acrônimo. Conforme a peça, o empreiteiro, atualmente preso
pela Lava Jato, teria oferecido 15 milhões de reais para que Pimentel
facilitasse empréstimos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) para obras na Argentina e em Moçambique.
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