Depois da repercussão negativa, o governo interino desistiu de criar os 14 mil cargos federais,
aprovados pela Câmara na semana passada. O Planalto
também prometeu à equipe econômica se posicionar contra o aumento
salarial de ministros do STF manterá, contudo, o apoio ao reajuste dos
servidores do Judiciário, já acordado anteriormente.
Com isso, Michel
Temer busca, de um lado, evitar o efeito cascata de aumentos nos
Estados. De outro, reforça seu juramento pelo ajuste fiscal.
Renan Calheiros também deu uma forcinha ao
recuo do governo em relação aos 14 mil novos cargos. Avisou que a
medida não vingaria no Senado: “Não dá para defender isso com milhões de
brasileiros desempregados”
Mas há um dado curioso: se o reajuste da
cúpula do STF passar no Senado, Temer ganha por tabela. Como também
recebe aposentadoria de procurador em SP, seu vencimento seguiria o novo
teto, ficando maior.
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