quinta-feira, 9 de março de 2017

Greve de sexo

      Greve de sexo ou “abstenção sexual” – para marcar o Dia Internacional da Mulher, comemorado neste 8 de março, transformou a senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) em tema de piadas e chistes nas redes sociais. O humor dos internautas oscilou entre menções mais comportadas sobre a suposta ‘abstenção’ de Gleisi e comentários mais pesados e impublicáveis.
       Gleisi também foi cobrada nas redes sociais por seu envolvimento no Petrolão, o maior esquema de corrupção de todos os tempos. Antes posar como paladina da moralidade feminina, de acordo com os internautas, a senadora deveria explicar as muitas acusações de corrupção que pesam contra ela. Ré por corrupção em ação penal que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), Gleisi Helena foi acusada por sete delatores da Operação Lava-Jato de ter recebido propina do esquema criminoso que funcionava na Petrobras.
        A senadora também é acusada de se beneficiar de crime imputado ao marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), acusado de chefiar uma quadrilha que roubou R$ 100 milhões de servidores federais e aposentados que recorreram a empréstimos consignados. Gleisi teve várias despesas pagas pelo esquema, inclusive o salário do seu motorista.

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