Greve de sexo ou “abstenção sexual” – para marcar o Dia Internacional da Mulher,
comemorado neste 8 de março, transformou a senadora Gleisi Helena
Hoffmann (PT-PR) em tema de piadas e chistes nas redes sociais. O humor
dos internautas oscilou entre menções mais comportadas sobre a suposta
‘abstenção’ de Gleisi e comentários mais pesados e impublicáveis.
Gleisi também foi cobrada nas redes sociais por seu
envolvimento no Petrolão, o maior esquema de corrupção de todos os
tempos. Antes posar como paladina da moralidade feminina, de acordo com
os internautas, a senadora deveria explicar as muitas acusações de
corrupção que pesam contra ela. Ré por corrupção em ação penal que
tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), Gleisi Helena foi acusada por
sete delatores da Operação Lava-Jato de ter recebido propina do esquema
criminoso que funcionava na Petrobras.
A senadora também é acusada de se beneficiar de crime imputado ao marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações),
acusado de chefiar uma quadrilha que roubou R$ 100 milhões de
servidores federais e aposentados que recorreram a empréstimos
consignados. Gleisi teve várias despesas pagas pelo esquema, inclusive o
salário do seu motorista.
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