Das 220 pessoas delatadas pela Odebrecht durante as
investigação da Lava Jato, 180 têm foro privilegiado. Ou seja, devem ser
julgadas por tribunais superiores, diferentemente de um cidadão comum,
julgado pela justiça comum..
Neste caso, a investigação deve ser
supervisionada pela Procuradoria-Geral da República, que, com base em
dados levantados pela Polícia Federal, analisa os casos e decide
apresentar uma denúncia formal ao (STF).
Apresentada a denúncia, os ministros do STF decidem pela abertura de uma ação penal.
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