Abreu, o palhaço da globo que, após cuspir em um casal em restaurante por causa de uma discussão
política, fez um comício a favor do PT no programa do Faustão. Gleisi,
como de costume, não parecia preocupada com mais uma gravíssima denúncia
que envolve seu nome no escândalo do Petrolão, investigado pela
Operação Lava-Jato.
A nova denúncia é fatal para Gleisi, segundo revela o jornal “Folha
de S. Paulo”. O advogado Antonio Carlos Brasil Fioravante Pieruccini, em
depoimento de delação premiada, detalhou as entregas de dinheiro feitas
em shoppings, apartamentos, estacionamentos e hotéis a pessoas ligadas a
três políticos: a senadora Gleisi Hoffmann, o deputado federal Nelson
Meurer (PP-PR) e o ex-deputado João Pizzolatti (PP-SC).
Os valores, de acordo com Pieruccini, foram providenciados pelo
doleiro Alberto Youssef, um dos principais operadores do esquema de
propinas que durante uma década funcionou deliberadamente Petrobras. O
advogado é o terceiro entregador de dinheiro de Youssef que aceitou
fazer delação no âmbito da Lava-Jato.
A grave crise política brasileira, a maior da historia recente, provocada por CORRUPÇÃO SEM PRECEDENTES ENVOLVENDO O GOVERNO E SEUS CHEGADOS, gerou um descrédito geral nos políticos, principalmente os Petralhas.
Em relação a Gleisi, a Polícia Federal anunciou o indiciamento da
senadora, mas o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não
concordou com a posição da polícia.
Ele alega que, em 2007, o Supremo proibiu a PF de fazer, por conta
própria, o indiciamento de autoridades com foro privilegiado, como o
presidente da República, ministros de Estado, senadores e deputados.
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