O agravamento da crise se deu no último fim de semana quando vieram à tona denúncias de que R$ 2 milhões em propinas irrigaram a campanha para a reeleição ao Palácio Iguaçu.
O inferno astral do governador paranaense teve início em dezembro com o saque de 11% dos Aposentados, em fevereiro com a greve de educadores e piorou com o massacre do dia 29 de abril, durante votação do confisco da poupança previdenciária dos servidores, culminando com o ajuste salarial dos Funcionários Públicos de ( 5% ), pagos em duas parcelas.
Na Assembleia, o humor dos deputados está virando a medida que surgem novos fatos de corrupção no governo e aumenta a pressão popular. Ontem (19) foi a vez do PSC de Ratinho Júnior colocar um primeiro pé para fora do barco governista.
O funcionalismo público está 100% conflagrado no estado e a rejeição de Richa, em algumas regiões, ultrapassa os 95%. Hoje, o governador é mais impopular que a presidenta Dilma no Paraná, onde o PT sempre teve mais dificuldades políticas.
Correligionários tem aconselhado o tucano a entregar a cadeira, pular fora do barco. Beto Richa teria ficado mais propenso a desistir do Palácio Iguaçu após denúncias contra a primeira-dama, Fernanda Richa, investigada pelo Ministério Público em suposta cobrança de propina para promover auditores da Receita Estadual

O inferno astral do governador paranaense teve início em dezembro com o saque de 11% dos Aposentados, em fevereiro com a greve de educadores e piorou com o massacre do dia 29 de abril durante votação do confisco da poupança previdenciária dos servidores, culminando com o ajuste salarial dos Funcionários Públicos de 5% pagos em duas parcelas.
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